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A penetração vaginal posterior é uma das mais usadas quando fazemos sexo, seja a tradicional “canzana” ou suas variações. É uma posição ideal para estimulação do ponto G e é bastante atrativa.

A canzana é fácil de experimentar. A mulher fica de quatro na posição de gato e apóia-se inclinada sobre a cama, o homem ajoelha-se por trás delas, penetra e a segura no quadril. Alguns homens gostam de colocar as pernas entre as coxas da parceira, enquanto outros mantêm as pernas por fora. Se a mulher deixar as pernas fechadas, a vagina ficará mais contraída. Esta posição garante ao homem grande liberdade para explorar os seios, mamilos e clitóris enquanto penetra.

Para uma variação preguiçosa da posição vaginal posterior, o homem deita-se de costas e a mulher também se deita de costa em cima dele. Os seios e o clitóris terão mais acesso e ele pode desfrutar do deslizar sensual do corpo dela sobre o seu. Nessa posição a penetração não é tão profunda, no entanto lembre-se que a vagina é mais sensível à entrada e, portanto nem sempre o profundo é o melhor. As penetrações superficiais podem ser benéficas para os homens, estimula a glande e o freio que são mais sensíveis (Quanto mais remexer o quadril, mais gostoso fica).

O sexo por trás pode ser divertido também quando feito fora da cama. A mulher ajoelha-se de frente para a cama enquanto o homem a penetra. Quanto mais a mulher se debruça pra frente, mais profunda será a penetração.

Muitas mulheres adoram quando deitadas de barriga pra baixo o homem a penetra. A penetração não é tão profunda quanto na posição tradicional, portanto essa é boa de experimentar se o homem for particularmente dotado. Para melhorar e estimular o clitóris é recomendável colocar um travesseiro debaixo da vulva.

A vaginal posterior é uma ótima posição para introduzir a masturbação e acessórios sexuais. Lembre-se que usar acessórios não é só para mulheres, tente colocar o vibrador sob os testículos dele enquanto penetra para excitar ainda mais. E homens acrescentem mais beijos e afagos no pescoço e ombros para acrescentar mais sensualidade ao ato.

A vaginal posterior é ótima para atingir o ponto G, mas para tornar as coisas verdadeiramente mais quentes é necessário dedicar-se a Zona A. Entre o ponto G e o cervix (cérvice ou colo do útero é a porção inferior e estreita do útero, quando ele se une com a porção final superior da vagina). há uma zona chamada “Anterior Fornix Zone ou Zona A. Descoberta por cientistas que estudavam a secura da vagina em 1996, pode tatear com o dedo para saber onde se concentrar. Primeiro sinta o ponto G, uma estrutura esponjosa a cerca de 5 centímetros de profundidade. Siga até o cervix que se percebe redondo. Tenha cuidado, pode magoar se friccionar com demasiada força. Depois faça os dedos recuarem até ficar a meio caminho entre os dois esta é a zona A, que será fácil de localizar, já que ela começa a gemer.

Durante o sexo a Zona A é mais fácil de estimular por trás. As mulheres muitas vezes experienciam fortes contrações quando a Zona A é atingida. O que dá a sensação que ela está a tentar explulsar o homem. Se isto acontece, o homem deve exercer maior pressão, quanto mais pressão ele fizer, mais excitante será o orgasmo dela.

O sexo por trás é selvagem e oferece ao homem uma boa perspectiva enquanto lhe estimula o ponto G e proporciona grande liberdade para estimular o clitóris. Usem e abusem de acessórios, e também de sua criatividade. Homens adoram essa posição, pois visualizam a mulher de uma forma mais sexy e sensual.

Pratiquem sexo com segurança, usem camisinha!
Como entender melhor o ponto de excitação do(a) seu(ua) parceiro(a).

Nos homens, essa resposta reflete-se na ereção, mas não acaba aí. Durante o processo que leva ao orgasmo, a nossa respiração torna-se mais intensa, o nosso coração bate como um tambor, a nossa pressão arterial aumenta. Alguns homens observam os seus mamilos ficarem eretos, outros ficam com o peito ruborizado. E a ponta do pênis adquire uma outra cor e os testículos incham e entram ligeiramente para dentro do corpo.

Isso é o que ocorre fisicamente. Contudo, a excitação, sabemos agora, não é apenas uma reação física, mas está diretamente relacionada com um enorme órgão sexual localizado entre as orelhas: o cérebro, responsável por quase todos os problemas sexuais mas também por quase todos os prazeres.

A maioria das mulheres sente vontade de transar apenas após ser estimulada, seja pelo toque, por palavras, por cheiros, por algo visual, etc. Após esse estímulo é que inicia todo o processo de excitação. Portanto, uma mulher que não é estimulada adequadamente não terá uma boa evolução de sua excitação, assim não conseguindo alcançar uma satisfação sexual.

Mas como saber como ser estimulada?
Os homens, desde pequenos são ensinados a se tocar e se masturbar. Quando chegam na hora H, eles sabem exatamente o que pedir à parceira para que tenham excitação e prazer.

Já com as mulheres, desde pequenas somos ensinadas a não nos tocarmos, não desencadear estímulos sexuais em nós mesmas, que é inadequado se masturbar. Assim, quando uma menina inicia sua vida sexual, ela não faz ideia de como seu corpo funciona, e o que deve ser feito para que tenha prazer na relação. E muitas permanecem sem se conhecer por muito tempo, e acabam acreditando que não foram feitas para o sexo prazeroso. Mas isso pode não ser verdade!

Por isso, para que a mulher seja adequadamente estimulada na hora da relação, é essencial que ela se conheça. Quando estiver num lugar entre quatro paredes, no banho, por exemplo, comece a se tocar. Nos lugares onde perceber que você sente uma “coisa gostosa”, você deve explorar, com movimentos diferentes para sentir como prefere cada jeito do toque. Torne esse momento de auto-conhecimento estimulante, para que você saiba como usar seu corpo de uma forma mais gostosa. Conforme você vai se auto-descobrindo, fica mais fácil guiar seu parceiro, para que ele possa te acariciar do melhor jeito para que você tenha prazer. Se não partir de você esses “ajustes” na hora H, ele pode pensar que está fazendo tudo certo e, portanto não deve mudar nada. Não tenha vergonha de fazer esses ajustes, e não pense que se você os fizer, estará insultando seu parceiro. Os homens se importam em conseguir satisfazer sua mulher, e se ela o ajudar, ele ficará agradecido, e não ofendido!

O melhor e o pior sexo
Para desfrutar de um bom sexo, a mente e o corpo têm que estar sintonizados. As emoções negativas, por exemplo, tornam as pessoas muito menos excitáveis. Se está chateado, ansioso ou deprimido, ou preocupado com o trabalho, a sua atividade sexual será afetada; não estranhe que as coisas não lhe saiam bem.

Mas o que é que nos excita exatamente?
A resposta varia muito de pessoa para pessoa.

Uma coisa é certa: a excitação torna o amor divertido. Na verdade, é a parte mais deliciosa da sexualidade. Surge a partir das preliminares, das fantasias, de um baile sensual ou de uma peça de lingerie transparente. Mais que qualquer outra coisa, a excitação proporciona uma relação sexual agradável.

As diferenças entre homens e mulheres podem resumir-se da seguinte forma: os homens excitam-se genitalmente, ao passo que as mulheres se excitam no geral. Com os homens é tudo muito simples. Tocam no pênis e têm um orgasmo. As mulheres são muito mais complicadas. A excitação da mulher é mais suave e lenta, requer uma grande carga emocional e uma estimulação física maior (isto é, muitas, muitas carícias).

O simples ato visual não costuma funcionar para excitar uma mulher e um comentário cruel pode ser suficiente para ela perder o interesse. Necessitam de mais tempo para alcançar o orgasmo, mais atenção nas preliminares e estar de bom humor para o sexo. E mais, o que a deixou louca de prazer na semana passada pode não funcionar esta noite. Elas são assim.

Contudo, para os dois sexos, a excitação é uma resposta e as respostas tendem a diminuir se o estímulo se tornar repetitivo. Os cientistas chamam a isso habituação, você chama-lhe tédio. A excitação aumenta perante algo novo. Por isso, INOVAÇÃO é a palavra chave.

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O Projeto Sol Maior, realizado pela Prefeitura Municipal de Fortaleza, através da Secretaria de Cultura de Fortaleza (Secultfor), recebe no próximo sábado (21), a partir das 12h30, o músico Rafael Magoo. O jovem guitarrista começou seus estudos de violão e guitarra aos 14 anos. A maior parte de sua formação é autodidata, mas em 2004 e 2005 participou do Festival de Música da Ibiapaba, quando estudou harmonia, improvisação, composição e arranjo com grandes professores e músicos do cenário brasileiro. Apesar de jovem, já acompanhou diversos artistas cearenses como David Duarte, Edinho Villas Boas, Joana Angélica, Lucio Ricardo, Daniel Costa, Murano, entre outros.

Participou do Festival de Jazz e Blues de Guaramiranga e também do primeiro Ceará Instrumental realizado em 2009, tocando com grandes músicos. Atualmente, realiza um projeto experimental, chamado “Panth e as Rochas”, com Pantico Rocha (baterista do cantor Lenine), onde são misturados instrumentos de percussão, cavaquinho e guitarra elétrica. Desenvolve um intenso trabalho na cena local com a Banda Locomotiva (www.locomotiva-ce.net). Também já dividiu os palcos com alguns artistas nacionais e internacionais como Raimundo Fagner (com quem trabalha atualmente), Toni Garrido (ex-integrante do grupo Cidade Negra) , Afonso (ex- integrante do grupo Dominó), Jorge Vercilo, Jorge Israel (Kid Abelha), Marcelo Bonfá (Legião Urbana) e JJ Jackson. Rafael Magoo está produzindo seu primeiro disco instrumental, que reunirá suas maiores influências desde a música brasileira ao pop britânico.